segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Da dura realidade.



Hoje uma leve tristeza pairou no meu coração ao lembrar da nossa história. Eu sei que a sua vida te consome de tal forma que talvez não haja um espaço para eu estar nela, e foi nesse momento em que saí do sonho de tudo que foi vivido até aqui e me deparei com essa dura realidade: que a vida te consome, não há tempo, não tem jeito, não tem como... O que me resta então, senão alçar o vôo da borboleta livre e seguir  por aí com a esperança de que um dia o destino se encarregue de promover um reencontro em um lugar qualquer da cidade e os meus olhos novamente pousem sobre os seus...ou quem sabe eu não receba uma mensagem, mas uma ligação dizendo que a sua realiadade mudou...não sei, não sei...enquanto isso, deixo estar... sem saber se as coisas poderão ser diferentes um dia, quem sabe? Enquanto isso sigo, com um coração confuso, um pouco solitário e com a poética melancolia. Mas também com a certeza de que é preciso coragem para ser feliz.
[Teresa Cristina]