sexta-feira, 20 de abril de 2012

Do evitativo ao contraditório

Sim, estou evitativa para algumas coisas.É fuga mesmo. Não quero lembrar de nada e nem ver ninguém. Coisas que eram importantes e a cada dia se tornam vagas. Vagos momentos, vagas lembranças, vagas sensações, vago querer. Ao mesmo tempo eu sigo em frente, entrei no vagão da montanha-russsa das mudanças. De novo. E eu estou indo viver. Quero fazer coisas novas, rir, dançar, interagir, criar. Eu odeio (quase) tudo que é estático, covarde e imutável.
[Teresa Cristina]