sexta-feira, 28 de outubro de 2011

No divã denovo.




"Não era amor. Era uma sorte, uma travessura, uma sacanagem. (...) Não era amor. Era inverno. Era sem medo. Não era amor. Era melhor".
(...)
"O fim parecia inevitável. (...) O fim nunca é bom se fosse bom, seria o começo".


Martha Medeiros - Divã.


Parece até uma ironia o nome desse livro e os momentos que me identifico com ele. Há objetos como o Divã que são muito carregados de símbolos e significados. Vão se os momentos, ficam as lembranças,  ficam as marcas na nossa história, para sempre.




Imagem daqui